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Divisão de Operações

Contatos

 

CH DIV OP

Cel GUSTAVO MEGALE HECKSHER - Contato: 61 3415-4345 - RITEX 860 4345

 

SEÇÃO DE SEGURANÇA INTEGRADA

TC LUCIANO MELO DE OLIVEIRA JUNIOR - Contato: 61 3415- 5060 - RITEX 860 5060

 

SEÇÃO DE DEFESA EXTERNA

TC DIEGO MORAIS DUARTE - Contato: 61 3415- 5947 - RITEX 860 5947



SEÇÃO DQBRN

Cel LUIZ CARLOS LOTT GUIMARÃES - Contato: 61 3415- 4336 - RITEX 860 4336


SEÇÃO LOGÍSTICA E GESTÃO

Cel JORGE ANTÔNIO SANTOS COSTA - Contato: 61 3415-6905 - RITEX 860 6905

 

Processos Internos

 

Operações em curso

OPERAÇÃO ACOLHIDA

Histórico
Por meio de decreto do Presidente da República, de 15 de fevereiro de 2018, foi reconhecida a situação de vulnerabilidade decorrente de fluxo migratório para o Estado de Roraima, provocado pela crise humanitária na República Bolivariana da Venezuela. Desta forma, em março de 2018, teve início a Operação Acolhida, que desdobrou destacamentos em Boa Vista e Pacaraima-RR e, a partir de 2019, em Manaus-AM. Todos os Comandos Militares de Área (C Mil A) participam da operação, na forma de rodízio.

Tarefas
Realizar, em coordenação com Órgãos do Governo, Organismos Internacionais e Organizações Não Governamentais (ONGs), ações necessárias ao acolhimento humanitário de imigrantes. O Exército Brasileiro (EB), ainda nesse contexto, apoia logisticamente (alimentação e transporte) a interiorização de venezuelanos oriundos de Boa Vista, utilizando Centros Regionais de Interiorização junto às 12 (doze) Regiões Militares (RM).

Benefícios para a sociedade
O emprego na Operação ACOLHIDA, sob a ótica da vertente “mão amiga”, demonstrou à sociedade nacional e internacional, nessa atividade inédita para os brasileiros, a capacidade de resiliência, coordenação logística e a disposição de controle da Força Terrestre em Operações Conjuntas.

OPERAÇÃO ÁGATA

Histórico
O Ministério da Defesa (MD), dentro da concepção do Plano de Proteção Integradas de Fronteiras (PPIF), realiza as Operações ÁGATA com o objetivo reduzir a incidência dos crimes transfronteiriços e ambientais e as ações do crime organizado, além de intensificar a presença do Estado Brasileiro na faixa de fronteira e incrementar o apoio à população local. Trata-se de uma operação conjunta das Forças Armadas Brasileiras, com o apoio de órgãos e agências federais, estaduais e municipais, nas áreas do Comando Militar da Amazônia, do Comando Militar do Norte, do Comando Militar do Oeste e do Comando Militar do Sul.

Tarefas
A atuação do Exército Brasileiro, por meio de ações preventivas e repressivas, no combate a delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira, em situação de normalidade, está legalmente amparada no Art. 16-A da Lei Complementar nº 97, de 09 Jun 99, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 Ago 10. O Ministério da Defesa e demais Agências Governamentais empregam, em toda a faixa de fronteira, militares e civis, diversas viaturas, embarcações, navios, helicópteros, aviões e Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP), coordenando e/ou apoiando diversas ações, como as seguintes: patrulhamento e inspeção naval na calha dos rios; bloqueio e controle de estradas, rodovias e vias urbanas; patrulhamento terrestre ostensivo, juntamente com órgãos de segurança pública; reconhecimento especializado de fronteira; revista de pessoas, embarcações, aeronaves e instalações; fiscalização de produtos controlados; operações de busca e apreensão; reconhecimento, transporte aéreo e interceptação de aeronaves suspeitas; apoio à repressão de crimes ambientais; apoio à repressão ao tráfico de pessoas (III Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas) e ao combate à violência sexual (Plano de Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes), de interesse da Secretaria de Direitos Humanos.

Benefícios para a sociedade O emprego do Exército na Operação ÁGATA, sob a ótica da vertente “mão amiga”, combate delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira, contribuindo para o aumento da segurança na fronteira.

OPERAÇÃO COVID-19

Histórico
O Ministério da defesa (MD) estruturou Comandos Conjuntos sob a responsabilidade do Exército Brasileiro (EB) e apoiar os Comandos Conjuntos sob a responsabilidade da Marinha do Brasil (MB), encarregados de apoiar as ações dos órgãos de saúde e de segurança pública, com recursos operacionais e logísticos necessários, a fim de contribuir com o esforço nacional para o combate à pandemia no território nacional. Comando Conjunto Norte (CCj NORTE), Comando Conjunto Amazônia (CCj AMAZÔNIA), Comando Conjunto Oeste (CCj OESTE), Comando Conjunto Planalto (CCj PLANALTO), Comando Conjunto Leste (CCj LESTE), Comando Conjunto Sudeste (CCj SUDESTE), Comando Conjunto Sul (CCj SUL), Comando Conjunto Nordeste (CCj NORDESTE), Comando Conjunto Paraíba (CCj PB) e Comando Conjunto Bahia (CCj BAHIA).

Tarefas
Apoiar as ações dos órgãos de saúde e de segurança pública, com recursos operacionais e logísticos, com a finalidade de mitigar os impactos causados pela pandemia do Covdi-19 na população brasileira, destacando-se ações de controle sanitário, campanhas de conscientização, desinfecção e descontaminação, apoio logístico, coleta, distribuição e transporte de alimentos, produção de equipamentos de proteção individual (EPI), ações cívico-sociais nas comunidades indígenas e doações de sangue.

Benefícios para a sociedade O emprego da Força Terrestre na Operação COVID 19 tem contribuído para a conscientização da população quanto aos perigos da pandemia, o apoio aos órgãos de saúde por meio de triagem de pessoas, empréstimo de material, capacitação de agentes de órgãos públicos para realização de desinfecções e realizando desinfecções especializadas em espaços públicos.

Missão

Divisão de Operações (Div Op)

1) Seção de Defesa Externa:
(a) participar do planejamento das operações de adestramento conjunto elaboradas com base em Hipótese de Emprego (HE), a cargo do Ministério da Defesa (MD);
(b) coordenar a participação dos Órgãos e Comandos da Força Terrestre previstos nas operações de adestramento conjunto elaboradas com base em Hipótese de Emprego (HE), a cargo do Ministério da Defesa;
(c) integrar a Direção de Exercício (Dir Exc) nas Operações de Adestramento Conjunto, respondendo pela Dir Exc Setorial da Força Terrestre Componente;
(d) coordenar a participação e o planejamento dos C Mil A, dos ODS e dos Comandos vinculados, nas operações conjuntas em faixa de fronteira, conduzidas pelo MD;
(e) acompanhar a execução das operações singulares em faixa de fronteira, a cargo dos C Mil A;
(f) elaborar as Diretrizes de Planejamento para as Operações Militares (DPOM);
(g) elaborar as Diretrizes de Operações de Adestramento Conjunto e, quando julgado necessário, complementar as Instruções e Diretrizes expedidas pelo MD;
(h) organizar e aplicar Estágios de Adestramento Específico de Operações Conjuntas;
(i) participar da elaboração dos Planejamentos Estratégico, Operacional e Tático, com base em Hipótese de Emprego (HE), a cargo do Ministério da Defesa;
(j) manter atualizada e disponível para consulta, na página eletrônica do COTER na rede mundial de computadores, a legislação sobre o emprego da F Ter em Defesa Externa; e
(k) coordenar com a Chefia do Preparo, o planejamento e a execução de exercícios específicos da Força Terrestre, relacionados às HE.

2) Seção de Segurança Integrada:
(a) assessorar o Ch Emp F Ter quanto ao emprego de tropa em operações que envolvam:
(1) a Garantia dos Poderes Constitucionais;
(2) a Garantia da Lei e da Ordem (GLO);
(3) a Proteção de Estruturas Estratégicas;
(4) a Garantia da Votação e Apuração (GVA); e
(5) demais atividades de cooperação e coordenação com agências.
(b) executar o exame de situação, no nível estratégico, elaborando as Diretrizes de Planejamento Operacional Militar (DPOM) que orientem o planejamento da segurança integrada no âmbito dos respectivos C Mil A, levando em consideração os cenários  (ameaças) existentes em suas respectivas áreas de responsabilidade, suas tarefas e suas capacidades;
(c) coordenar e acompanhar o emprego de tropas das Forças de Emprego Estratégico e das Forças de Emprego Geral Prioritárias e Módulos de Emprego Estratégico na segurança integrada; e
(d) coordenar e acompanhar o emprego de tropas em operações de cooperação e coordenação com agências no contexto da segurança integrada.

3) Seção de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear:
(a) atuar como Órgão Central do Sistema de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear do Exército (SisDQBRNEx), com a responsabilidade de realizar a gestão do sistema, por meio de assessorias especializadas de DQBRN, na condução do preparo, emprego e logística (pessoal e material) das OM DQBRN e das Forças de Resposta Inicial (FRI)/Pel DQBRN dos C Mil A;
(b) assessorar o EME na proposição de requisitos operacionais e identificação de capacidades a serem incorporadas ao sistema;
(c) definir as necessidades de informações e de comando e controle para o emprego das OM DQBRN e das FRI/Pel DQBRN, operando uma central de coordenação e integração, com capacidade de gerenciamento de informações e monitoramento remoto de sensores QBRN empregados por essas forças;
(d) estabelecer, em todos os níveis, os procedimentos de segurança orgânica para a proteção QBRN;
(e) coordenar e se ligar com a DMAT/COLOG, responsável pelo SisMntMatDQBRN/EB, para fins de logística e SisDQBRNEx;
(f) receber dos C Mil A (com jurisdição sobre as OM DQBRN) e do Comando de Operações Especiais (C Op Esp) a Lista de Necessidades de Material Específico para a aquisição no Brasil e exterior e as necessidades de capacitação no Brasil e no exterior na área de DQBRN, a fim de consolidação e remessa ao EME;
(g) estabelecer e manter atualizados os Planos de Resposta Centralizados às Ameaças QBRN, integrando e aprovando os Planos de Resposta recebidos dos C Mil A e do C Op Esp; e
(h) coordenar o planejamento do adestramento conjunto específico de DQBRN (MD) e Ações com Tropa e Meios relativos às operações conjuntas voltadas para as HE;
(i) participar da elaboração de DPOM;
(j) propor ao EME a atualização do SisDQBRNEx, sempre que necessário, por iniciativa própria ou das OM de DQBRN;
(k) coordenar o emprego DQBRN junto aos C Mil A;
(l) assessorar e defender os assuntos de DQBRN de interesse do SisDQBRNEx e da 5ª SCh EME, referentes a tratados internacionais, junto ao corpo diplomático brasileiro (MRE), nas seguintes organizações internacionais: Organização de Proibição Armas Químicas (OPAQ), Convenção de Proibição de Armas Biológicas (CPAB) e Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA);
(m) participar da elaboração dos planejamentos estratégicos, operacionais e táticos, a cargo do Ministério da Defesa, com base em Hipóteses de Emprego (HE), redigindo os Anexos de DQBRN; e
(n) propor, ao C Dout Ex, atualizações da doutrina de emprego e, ao EME, dos Quadros de Organização (QO) das estruturas permanentes e transitórias do SisDQBRNEx.

4) Seção de Operações Especiais:
(a) assessorar o Ch Emp F Ter quanto ao emprego das capacidades das tropas de Op Esp do C Op Esp em operações da F Ter, notadamente nas possibilidades que envolvam:
(1) operações contra forças irregulares;
(2) operações básicas (Singular, Conjunta e Combinada);
(3) prevenção e combate ao terrorismo;
 (4) assistência militar;
(5) operações de busca, combate e salvamento;
(6) operações de paz;
(7) evacuação de não combatentes;
(8) atribuições subsidiárias;
(9) operações de inteligência; e
(10) operações psicológicas, em coordenação com a Divisão de Operações de Informação.
(b) contribuir para a ampliação da capacidade operacional da F Ter em operações não convencionais;
(c) contribuir para a ampliação da capacidade operacional da F Ter na Prevenção e Combate ao Terrorismo; e
(d) assessorar o Ch Prep F Ter, Ch Mis Paz Av/IGPM e C Dout Ex em suas responsabilidades relacionadas a assuntos de instrução, treinamento e emprego das Op Esp.

5) Seção de Logística e Gestão:
(a) planejar, coordenar e controlar o apoio logístico no âmbito da Chefia do Emprego;
(b) realizar trabalhos relativos à coordenação logística no âmbito das operações em curso;
(c) reunir, organizar e consolidar dados e informações logísticos relativos às operações, para servirem de base de dados para ações futuras;
(d) assessorar o Ch Div Op no mapeamento de processos atinentes à divisão, bem como nos indicadores de desempenho (SMDO) de todos os processos internos; e
(e) assessorar o Ch Div Op na confecção do Plano de Gestão da Ch Emp F Ter, bem como elaborar o Relatório de Gestão do Comando do Exercito (RGCE), nos assuntos atinentes às operações de segurança integrada, defesa interna, DQBRN e operações especiais.

6) Seção de Apoio:
(a) atender as demandas de cunho pessoal dos integrantes da Div Op (férias, cadastros diversos junto ao SICAPEX, correção de lançamento em alterações e outros);
(b) responsabilizar-se pelos assuntos relacionados ao material carga da Div Op (carga, descarga ou aquisição de material);
(c) acessar, controlar e dar destino final aos documentos que possuam grau de sigilo;
(d) controlar as diversas escalas de missões internas da Div Op, sob responsabilidade dos integrantes da Divisão; e
(e) consolidar dados não operacionais que envolvam as diversas operações a cargo da Div Op.

Organograma

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